segunda-feira, 9 de março de 2020

Hékate

Oi Comunidade Bruxística!

Tudo bem com vocês?
Achei muito interessante este vídeo que o pessoal fez no cemitério. Impressionante como as coisas "coincidem"!
Fico pensando que a pessoa que projetou o espaço devia sim ter algum conhecimento sobre Hékate! Ou no mínimo, a Deusa soprou algo nos ouvidos de quem fez o espaço. Todos sabemos que, uma das faces de Hékate, a mais conhecida, nos apresenta a Rainha das Bruxas como a Guia das Almas ao Submundo, Aquela que responde  nos cemitérios e que lida com energias mais densas, digamos assim. Não seria então muita coincidência que as pessoas que construíram o espaço (de comunicação com os mortos), fizessem justamente um círculo dentro do outro e ainda dentro de um cemitério?
Mais incrível ainda é que para chegar a este espaço, é necessário descer alguns degraus


Não é preciso dizer que eu adorei o lugar e, se pudesse, eu iria visitá-lo. 
E vocês o que acharam? Acham que é só coincidência ou realmente tem algo com muita intenção ali?
Deixem seus comentários para que possamos trocar ideias :)
Vou ficando por aqui, um abraço a todos e que a luz da Lua nos ilumine sempre!




segunda-feira, 2 de março de 2020

Do princípio


Encontrei essa imagem nas minhas "andanças" pelo Pinterest.
Claro, é algo totalmente sem sentido e bobo, mas acho que para iniciar está bom, pois tudo fica melhor quando a energia fica mais leve e estamos menos encafifados com as coisas da vida, sem contar que eu adoro esse tipo de coisa :)

Sendo assim, vou caminhando devagar e sempre. O que não pode acontecer é empacar, porque a Vida vem e nos atropela sem dó nem piedade.
O projeto dessa vez é partir do início, porque por mais que pensemos que temos muita sabedoria, nós não sabemos nada. Somos eternos aprendizes. Ai daquele que pensa que sabe tudo...
Acredito também que uma base bem estruturada e coerente leva o Aprendiz pelo caminho que deve ser trilhado. Mas não pensem vocês que é um caminho pronto, não mesmo. O Aprendiz vai passar pelas dificuldades que tiver que passar, mas a diferença é que, por ter uma base sólida, terá maiores chances de enfrentar os desafios. Por isso que neste caminho precisamos estudar sempre.
Vale lembrar também que a Bruxaria NÃO É HARRY POTTER! Eu adoro as histórias dele, mas uma coisa é uma coisa. Pois se fosse como nos filmes muitas coisas se resolveriam em um passe de mágica e não é assim que a coisa funciona.
O princípio de tudo é o autoconhecimento. Conhece a ti mesmo antes de pensar em fazer qualquer coisa, seja na vida cotidiana, seja no caminho mágico. Analisa e trabalha teu lado sombra para então começares a longa caminhada que escolheste.
É assim que é.

Então, esta foi uma postagem breve, para introduzir o que será trabalhado aqui nos próximos dias, meses, anos...
A importância de se conhecer, reconhecer e trabalhar para ser alguém sempre melhor do que foi ontem. Pois é no momento presente, com as atitudes que tomamos que construímos nosso futuro. Somos o nosso Destino e nossas escolhas. Por a culpa nos outros ou em qualquer coisa que não seja nós mesmos só acarreta o estacionamento de nossa evolução aqui neste planeta.

Por hoje é só, aguardo todos na próxima postagem.
Que a luz da Lua nos ilumine sempre!!



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Achei interessante

Olá Seres Mágicos!

Comemorando minha volta ao Blog, achei interessante postar essa reportagem da Revista Capricho sobre Bruxas.
A reportagem é um pouco antiga, mas acredito que informação nunca é demais.
Vamos lá!

https://capricho.abril.com.br/vida-real/por-que-as-bruxas-sao-consideradas-icones-do-movimento-feminista/

Por que as bruxas são consideradas ícones do movimento feminista?

Por Amanda Oliveira

'Somos as netas das bruxas que vocês não conseguiram queimar' Você já escutou alguém relacionar as bruxas ao movimento feminista? Para algumas pessoas, o termo “bruxa” sempre pareceu e ainda soa como se fosse uma ofensa, uma palavra para xingar e diminuir mulheres. Mas, na verdade, engana-se quem pensa que ser chamada dessa forma significa algo ruim, errado e ofensivo. Existe muita coisa que nem todo mundo conhece sobre a história das bruxas (além do estereótipo maligno que crescemos assistindo nos desenhos e  contos de fadas), mas um fato é inegável: elas eram mulheres poderosas. E não, não estamos falando no sentido de ter poderes mágicos.as frases mais conhecidas do movimento. Você sabe por quê?

Para início de conversa, é preciso entender o que foi a caça às bruxas para compreender a relação dela com o feminismo. Voltamos, então, aos séculos 15 e 16, em boa parte da Europa e algumas colônias da América. Nesta época, o teocentrismo (Deus como centro de tudo) foi substituído pelo antropocentrismo (o ser humano como centro de tudo), por isso a arte, a ciência e a filosofia se desvincularam da teologia cristã durante algum tempo.
Como resposta e tentativa de reconquistar o poder, a Igreja instaurou os “Tribunais da Inquisição” que perseguiam, julgavam e puniam pessoas que fossem acusadas de se desviar das normas de conduta daquela época. Entre as acusações mais comuns estavam os hereges (que rejeitavam a doutrina da Igreja), judeus e bruxas. A Santa Inquisição, também chamada de Idade das Trevas, durou cerca de 588 anos.
As punições para essas “práticas proibidas” eram morte na fogueira, prisão perpétua e confisco de bens – essa última tornou a Inquisição muito lucrativa para os cofres da Igreja. Contudo, o tribunal dos inquisidores começou a ficar cada vez mais cruel, transformando-se em um verdadeiro banho de sangue. Qualquer um que praticasse atividades diferentes daquelas reconhecidas como cristãs era considerado um herege. De acordo com a Superinteressante, os portugueses executaram 40 mil pessoas, sendo 2 mil mortas na fogueira. Já na Espanha, até 1834, foram quase 300 mil pessoas condenadas e 30 mil mortas.
Um dos mais famosos casos de caça às bruxas foi o julgamento das Bruxas de Salem, em 1692, nos Estados Unidos. Tudo começou quando a filha e a sobrinha do Reverendo de Salem ficaram doentes e que, pressionadas por líderes religiosos, culparam três mulheres por causar a doença misteriosa: uma escrava, uma mendiga e uma idosa pobre. A situação fugiu do controle quando mais e mais pessoas foram acusadas de estarem ligadas ao caso de bruxaria, como um ministro da igreja, que foi considerado o líder das bruxas. Ao todo, foram cerca de 200 pessoas presas e acusadas de bruxaria, sendo 20 delas condenadas à morte.
Outro caso muito conhecido foi a morte de Joana D’Arc que, de cabelo curto e roupas masculinas, liderou um exército francês quando a França ainda vivia sob domínio inglês. Ao ser capturada e vendida para a Inglaterra, ela foi julgada e acusada de bruxaria e heresia. Até mesmo sua virgindade foi questionada.
Em 1431, com 19 anos de idade, Joana D’Arc foi queimada viva em uma fogueira enquanto a plateia que assistia o fogo se espalhar pelo seu corpo gritava palavras como “bruxa” e “mentirosa”. Ela, por outro lado, só pronunciava “Jesus! Jesus! Jesus” até não ser capaz de falar mais. Cinco séculos depois, a Igreja Católica reconsiderou a história da heroína e autorizou a beatificação de Joana D’Arc que, atualmente, é também vista como uma santa.
Mas, afinal, o que fazia as mulheres serem consideradas bruxas naquele período? Embora eles reconhecessem como “práticas ligadas ao Diabo”, as atividades de bruxaria das mulheres eram apenas coisas que os homens não conseguiam entender e explicar. Entre elas, os segredos das curandeiras e parteiras que escapavam da compreensão da ciência precária da época, ervas e remédios caseiros para curar doenças, além de características do comportamento e do corpo feminino, como a sexualidade, menstruação, capacidades intuitivas e fertilidade.
Na verdade, várias atividades femininas eram entendidas como práticas de bruxaria. Grupos de mulheres que se reuniam para compartilhar conhecimentos medicinais (que, para as mais pobres, era a única opção de atendimento) e outras experiências eram identificados como uma reunião de bruxas. Além disso, mulheres que tentavam realizar grandes feitos sozinhas sem um homem também eram vistas como imorais. Neste período, as bruxas eram desde idosas com alguma deficiência física ou mental até mulheres bonitas e jovens que haviam ferido o ego de homens poderosos ou despertado desejo em padres celibatários – o que, para eles, era uma obra de “um pacto com o demônio”.
As mulheres acusadas de bruxaria eram presas, mas passavam por um julgamento antes da sentença de punição. Na tentativa de obter a confissão do crime (ser uma bruxa), os inquisidores torturavam essas mulheres de diversas formas cruéis para forçá-las a assinar a confissão em um documento. Aquelas que decidiam confessar seus atos de bruxaria eram estranguladas antes de terem seus corpos queimados – uma morte com mais misericórdia, para eles. Já as mulheres que insistiam na inocência eram queimadas vivas em fogueiras, geralmente em praças públicas.
Por isso, as bruxas retornaram como ícones do movimento feminista: por terem sido mulheres livres, inteligentes e à frente de seu tempo. Mas, acima de tudo, por terem sido injustiçadas e assassinadas por serem mulheres. Estudiosos afirmam que a caça às bruxas foi um verdadeiro genocídio de gênero, contra o sexo feminino. Do ponto de vista feminista, as bruxas afrontavam o patriarcado e o poder da Igreja ao manifestarem seus conhecimentos medicinais, suas atuações nas comunidades, suas lutas para realizar feitos pessoais. As mulheres mortas acusadas de bruxaria foram nada mais do que vítimas do patriarcado, que era ainda pior naquela época, representando resistência, luta e rebeldia.
Enfim, é por isso que “somos as netas das bruxas que eles não conseguiram queimar”. Fight like a witch e #HappyHalloween!

Espero que tenham gostado.
Fico por aqui então.
Que a luz da Lua nos ilumine sempre.


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Novidades

Olá Bruxedo!!

Encontrei essa reportagem enquanto navegava na Internet e, como sempre, achei interessante de postar aqui, para vocês.
Não vou fazer muitos comentários agora, porque acho que é interessante vocês lerem primeiro e depois concordarem ou não, ou opinarem sobre a minha opinião sobre essa "super" reportagem sobre como se tornar Bruxa.



8 maneiras de se tornar bruxa no Brasil

Por Isabella Otto

Elas fazem parte do nosso imaginário. Estão em filmes, livros, jogos e seriados. Dos contos de fada aos longas de terror. Com chapéu pontudo ou sem. Carregando nas mãos uma varinha, uma vassoura, um animal ou simplesmente anéis. As bruxas causam um fascínio em crianças, adolescentes e adultos. Algumas são das trevas, outras são boazinhas e tem ainda aquelas que são as mais inteligentes da sua idade. Que legal seria ser bruxa mesmo que por um dia, né?Para sempre ou só por algumas horinhas...

Como na CAPRICHO seu desejo é uma ordem, listamos abaixo algumas maneiras que você tem de ser tornar bruxa no Brasil. Tem opções para quem só quer bancar a feiticeira por algumas horas ou até mesmo alguns dias e para quem quer ser bruxa para a vida toda. Vanessa Hudgens approves! Muahaha

1. Entrando para a religião Wicca
A Wicca é conhecida como a religião mais antiga do mundo, praticada por sacerdotes e sacerdotisas desde a Idade Média, quando a caça às bruxas era intensa. Os wiccanos são chamados de bruxos porque estudam e trabalham com o sobrenatural, têm uma crença neopagã, uma intensa conexão com a natureza por meio de rituais e conhecimentos astrológicos e de magia. Panteístas, acreditam em vários deuses, não apenas em um só, aquele chamado de “Criador”. Por ser uma religião cheia de mistérios (vale lembrar que a caça às bruxas só foi proibida por lei na Inglaterra nos anos 50, ou seja, quase ontem), o melhor jeito de se familiarizar com ela é procurar grupos online e demonstrar interesse em aprender. Quer um exemplo de wiccana famosa? A Florence Welch, vocalista da Florence and The Machine.
2. Lendo As Brumas de Avalon Sabia que, em 1987, a saga escrita por Marion Bradley era a mais vendida no Brasil? Ela pode ser considerada o Harry Potter de época! Curioso pensar que ambos esses títulos falam sobre bruxos e magia… Os quatro livros principais (depois foram lançadas outras histórias paralelas) dão uma boa noção do que é a Wicca, caso você tenha se interessado pelo primeiro tópico da lista. De Jovens Bruxas a Sabrina, passando por Abracadabra e Animais Fantásticos, qualquer livro, série ou filme pode te transformar em uma feiticeira poderosa! Basta você usar a criatividade e se deixar levar pelo poder das palavras.
3. Indo para a Escola de Magia e Bruxaria do Brasil
A EMB é um L.A.R.P. (live action role-playing) que acontece anualmente em Campos do Jordão, em São Paulo. Inspirado no universo de Harry Potter, você estuda em uma escola de magia, é escolhido para uma casa, aprende feitiços, participa de jogos de quadribol, curte um baile de inverno… Durante os 4 dias de imersão, você sente como se fosse um bruxo de verdade! “A magia é real” é o lema da EMB e faz total sentido depois que você experimenta a experiência e vê o quão divertida, emocionante e instrutiva ela pode ser.
4. Estudando astrologia
A astrologia é muito utilizada na Wicca, por exemplo. Por ser uma ciência (sim, ciência!) ligada aos acontecimentos naturais, como a movimentação dos planetas, os ciclos lunares, os signos e as estações do ano, ela é extramente útil para a realização de rituais. Compreender o esotérico, estudá-lo e utilizá-lo a seu favor é possuir um poder e tanto nas mãos! Mas não adianta só acompanhar os horóscopos diários e achar que virou bruxa, hein? Não dá para banalizar. É preciso muitos e muitos anos de estudo para você, vamos dizer assim, se tornar uma “bruxinha em ascensão”!
5. Participando de alguma convenção de bruxas
Existe um evento muito famoso, que acontece em um município de Santo André, chamado Convenção de Bruxas e Magos na Vila de Paranapiacaba. Em 2019, a reunião acontece nos dias 17, 18 e 19 de maio. Se você não é de São de Paulo, não tem problema! Em diversos estados do Brasil ocorrem festivais do tipo, em que você consegue entrar em contato com o mundo da bruxaria – mesmo que ainda não seja oficialmente uma bruxa. Já dá para sentir um gostinho, viu?
6. Fazendo parte de uma linha específica da Umbanda
De acordo com uma matéria publicada pelo Astrocentro, “dentro da Umbanda, existe uma organização em que espíritos e entidades trabalham por um bem comum seguindo um Orixá, que atua como uma espécie de chefe. Cada linha tem uma vibração e existe para um propósito”. Dito isso, saiba que existe uma linha na Umbanda chamada Linha das Bruxas, talvez uma das mais fortes, poderosas e raras. Se você segue essa religião, pode se informar um pouco mais sobre ela.
7. Aprendendo a tirar Tarô das Bruxas
Assim como acontece com a astrologia e as religiões, é preciso estudar muuuito para ser uma “bruxinha profissional”. Assim como o Tarô de Marselha, um dos mais tradicionais, o Tarô das Bruxas tem 72 cartas. A principal diferença está na representação delas. Muitas trazem imagens diferentes, com temáticas da natureza e de acessórios que lembram o universo da bruxaria. A carta do Diabo, por exemplo, vem com um espelho mágico, a da Torre remete à época da Inquisição, e etc. Além disso, fica a dica: o Tarô das Bruxas é bastante utilizado na Wicca.
8. Sendo feminista
“Somos as netas das bruxas que vocês não conseguiram queimar”. Essa é uma frase bastante conhecida no movimento feminista, isso porque, durante a Inquisição, muitas mulheres foram queimadas em fogueiras por defenderem muitas coisas que a sociedade julgava serem erradas – e, justamente por isso, eram chamadas de bruxas. As bruxas eram a favor da liberdade de expressão emocional e sexual, seguiam crenças que não era o Cristianismo, dançavam, se divertiam, não faziam parte da “família
tradicional”, eram detentoras de conhecimentos e os utilizavam a seu favor e a favor dos outros, como fazendo poções medicinais. Apesar de a caça às bruxas ter sido vetada na Inglaterra nos anos 50, algumas coisas continuam muito semelhantes à realidade.
Viu só? O mundo das bruxas vai muito além do Halloween…

Pois é... já começou mal a reportagem ao meu ver, porque parece que as pessoas falam que ser Bruxa é uma brincadeira, algo barbadinha de se fazer. Desde quando ler as Brumas de Avalon transforma alguém em Bruxa? Eu sou Bruxa Sacerdotisa de Hékate e nunca li esta obra. Acaso não sou Bruxa então?
Participar de convenção também não convence... tirar Tarot então... Ir para a Escola de Magia e Bruxaria do Brasil foi o ponto máximo do sem noção. Primeiro, que a Bruxaria não tem nada a ver com Harry Potter, a Bruxaria na prática não tem nada a ver com a magia que a gente vê nos filmes do Harry. Não ficamos levitando as coisas com uma varinha e a mágica não é feita de forma "mágica" e sim de forma conectada com a natureza e com as energias afins.
Sabem o que mais precisamos e damos importância no Caminho Mágico? O Autoconhecimento. Se nós sabemos nos entender, nos compreender, nós teremos uma boa parte do caminho traçado.
Adianta de alguma coisa querer saber autos feitiços se a pessoa não controla a si mesma? Se vive se enganando, querendo esconder seu lado sombra? Não dá! Não dá para entrar para o Caminho Mágico assim. E aquelas pessoas que pagam para outras para separar um casal? Errada quem pede e errado (mais ainda, pois tem o conhecimento) quem faz.
Bem, não preciso nem dizer que ser feminista é uma coisa.... Bruxa é ser outra. Posso ser uma Bruxa e não necessariamente feminista e vice-versa.
Claro, como sempre, não estou dizendo aqui que estou correta e a reportagem está errada, mas quando falo sobre Bruxaria, falo de acordo com meu ponto de vista, conforme as experiências que tive e, em nenhum momento, a Bruxaria foi mostrada como algo estilo Harry Potter.
Mas não deixa de ser uma curiosidade, nem que seja pra saber o que não deve ser feito...
Às vezes não adianta só saber o que é certo. Saber o que é errado também nos ajuda a evitar fazer um monte de trapalhadas e nos atrasar mais ainda no caminho da escala evolutiva.

Então Bruxedo, era isso por essa semana.
Estou fazendo um Projeto Aprendiz com relação aos Estudos de Bruxaria, que vou postar semanalmente e, se puder ajudar alguém que esteja no início dos estudos, ficarei muito feliz.
Não é nada cheio de firulas e mágicas, como a maioria das pessoas pensam que é, mas acredito que vá ajudar em alguma coisa :)
Então era isso por hoje Bruxedo Iluminado!! Vou ficando por aqui desejando a todos vocês muita paz, saúde, felicidade e que a Luz da Luz nos ilumine sempre!




segunda-feira, 13 de maio de 2019

Depressão

Olá Bruxedo!!!

Peço mil desculpas por não ter postado nada na semana passada, mas eu me encontrava em um período muito ruim. A depressão baixou forte e eu fiquei igual a um zumbi, sem conseguir fazer absolutamente nada... cheguei a pensar que ia passar dessa para melhor ...
Confesso que, em todos esses anos que eu lido com a bipolaridade, essas duas semanas que se passaram realmente me deixaram bem preocupada mesmo.
E então, para minha alegria encontrei esse vídeo do Canal Lendário, que aborda a depressão por uma ótica mais espiritualizada, digamos assim.


Eu gostei muito do vídeo e vocês?
O que vocês acham? Tem a ver com a espiritualidade ou não?
Hoje não vou me estender muito, porque confesso a vocês que ainda não estou 100%, então acho melhor começar devagar e de forma constante, se as crises assim me permitirem.
Fico por aqui... um abraço a todos e que a luz da Lua nos ilumine sempre!



segunda-feira, 29 de abril de 2019

Reportagem sobre Bruxaria

Oi Bruxedo!!

Estava navegando na Internet quando me deparei com essa reportagem.
Achei bem interessante e resolvi postá-la aqui, para vocês.


Participamos de um ritual de bruxaria e contamos como foi

Seis bruxos, muita dança, uma Lua Cheia brilhando no céu e a Grande Mãe: o que esperar de um ritual wicca?

Por Isabella Otto



O que é ser bruxa para você? Voar em vassouras? Ter um verruga saltando bem na ponta do nariz proeminente? Saber realizar feitiços? Usar uma varinha? Ter uma risada maléfica? Usar um chapéu pontudo? Ufa! A ficção contribuiu bastante para que a gente criasse em nossa cabeça esse estereótipo da bruxa, que é ainda mais reforçado durante o Halloween. Mas e se a gente te dissesse que não é bem assim? Que nos Estados Unidos o número de bruxas é superior ao número de presbiterianos? Que o Rio de Janeiro é o estado brasileiro com mais bruxos? Foi essa nossa primeira impressão ao chegar no Santuário da Grande Mãe, templo camuflado em meio a lojas de roupas, restaurantes, do ladinho do metrô Ana Rosa, em uma rua movimentada de São Paulo.
Já na porta, três bruxas conversavam sobre a vida – e em nenhum momento expressões como espelho mágico, caldeirão ou maçã envenenada foram ditas. As três mulheres eram adeptas da Wicca, religião seguida pelos frequentadores do santuário, que cultua a natureza e o Sagrado Feminino. Talvez, por conta disso, a maioria dos adeptos seja formada por mulheres, mas curiosamente o bruxo que nos recebeu e nos explicou mais sobre o ritual que iríamos acompanhar era homem. Raul Costa, sacerdote wiccano desde 2000 e membro do Astrocentro, maior portal de esoterismo do Brasil, contou que a Wicca é uma religião xamânica baseada em rituais pagãos dos antigos povos europeus. “Trata-se de uma espiritualidade que acredita que tudo o que existe é vivo e sagrado, e por isso a natureza é nossa principal fonte de energia e inspiração”, relata.
Enquanto subíamos as escadas do templo, fomos aprendendo mais sobre a religião. Descobrimos que ela é panteísta, ou seja, vê a divindade (deuses ou deusas) presente em tudo aquilo que existe. Você é uma deusa, sua mãe é uma deusa, sua irmã, sua tia… Inclusive, podemos dizer que aquele deus que sua avó cultua está presente em cada um de nós. Como já tínhamos lido a saga As Brumas de Avalon, ficou mais fácil entender o que tentavam nos explicar. Toda e qualquer pessoa pode receber o “Chamado da Deusa”, se conectar com ela e, eventualmente, tornar-se ela durante os rituais. E falando em rituais, estávamos lá para participar do de Lua Cheia, um dos mais poderosos de todos! É na noite exata em que a Lua alcança o ápice do preenchimento que a vida está mais plena na Terra, fazendo com que a gente consiga se elevar ao máximo – e, consequentemente, ter um contato mais intenso com a Deusa e com o nosso interior.
Assim como na astrologia, os ciclos lunares são importantíssimos na Wicca e a Lua é a representação máxima do feminino. “Para diversas culturas antigas, ela não era apenas um símbolo, mas a própria divindade”, conta Raul, que trabalha com TI. Aliás, fomos descobrindo as profissões por trás das bruxinhas, de empreendedoras a jornalistas. “Os Esbats são celebrações da Lua Cheia e os Sabats são oito celebrações solares que marcam a passagem das estações do ano. Toda celebração nos traz paz, reforça nossos laços de amizade e nos conecta com a Deusa, que é a fonte de toda a vida”, foi nos explicado.
Depois de tirar os sapatos, uma obrigatoriedade para entrar na sala em que o ritual acontece, perguntamos se qualquer pessoa pode se tornar um wiccano – afinal, estávamos gostando dessa história de cultuar a natureza, o feminino e emanar energias positivas para o universo. A resposta foi unanime: sim. Diferentemente da maçonaria, uma sociedade secreta cheia de segredos, a Wicca é uma religião com mistérios. Nada precisa ser omitido, mas nem tudo será contado no primeiro encontro. Justo, né? Para se tornar um wicanno, é preciso participar de todos os rituais por, pelo menos, um ano e um dia, e estudar muito, é claro. Mas cada pessoa tem o seu tempo. “Não fazemos discriminação por sexo, orientação sexual, gênero, etnia, classe social… Mas, antes de tomar essa decisão, é preciso estar certo de que é realmente isso que você quer para a sua vida“, garante o sacerdote.
A sala do ritual é comprida, com um espaço reservado para os bruxos e simpatizantes praticarem ioga e se conectarem com uma energia superior. É nessa parte que fica o altar com vários deuses, de diferentes religiões. Muitas velas, muito incenso, alguns baralhos de tarô e flores. O ritual de Lua Cheia começou por volta das 21h e durou cerca de duas horas. Antes de ~iniciarmos os trabalhos~, purificamos toda nossa energia com água salgada (que representa o oceano, o início de tudo) e pétalas de rosa (em homenagem à Vênus). Ficamos posicionados em roda e a pessoa à sua direita molhava a ponta dos dedos nessa aguinha e espirrava no seu rosto, mentalizando sempre coisas positivas. Os wiccanos acreditam na Lei Tríplice, e é por isso que desejam algo sempre no positivo. Por exemplo, eles nunca falam “queremos o fim da intolerância”, porque intolerância já remete a algo negativo. Eles preferem dizer “queremos que as pessoas sejam mais tolerantes”. “Toda ação gera uma reação ainda maior. Nós acreditamos que tudo o que você deseja ou faz volta triplicado para você. Quem planta pimenta irá colher pimenta em quantidade muito maior – não adianta esperar a doçura dos morangos”, esclarece Raul.
Uma vez purificadinhos, foi hora de invocar os quatro elementos, os ancestrais e, por fim, a Deusa ou Grande Mãe. Cada ritual tem sua particularidade, mas essas invocações são de praxe. Quando tudo termina, é preciso se despedir de cada coisa invocada no início. É importante esclarecer que não se invoca nada “trevoso” durante as reuniões, como muita gente acredita. Os principais mitos sobre a Wicca são que a religião é associada à magia negra e faz rituais com bichinhos mortos. Tudo mentira. Na realidade, muitos wiccanos são vegetarianos ou veganos, participam de ONGs de proteção animal e do meio ambiente, e são ativistas de causas sociais. “A magia não é branca ou negra, ela simplesmente é. Quem associa maldade ou bondade é o coração de quem faz a magia acontecer. Muitos acham que a Wicca é uma seita satânica, de adoração ao demônio, mas nem em demônio a gente acredita“, deixa bem claro o sacerdote que, após fazer a invocação inicial, coordenou uma meditação, momento em que “nos encontramos” com a Grande Mãe.
Esse foi pra gente um dos momento mais gostosos da noite. Foi gostoso se imaginar em outro lugar, um lugar de paz, só seu, em que você pode ser quem é. Na sequência, fizemos uma atividade em dupla. Nessa hora, nós projetamos na outra pessoa alguém para quem gostaríamos de pedir perdão. Falamos, abrimos o coração, e depois foi a nossa vez de escutar o parceiro. Como na noite em que realizamos o ritual a Lua estava em Touro, aproveitamos para homenagear Vênus, planeta que rege o signo. Justamente por isso, fizemos um trabalho incrível de autoestima. Ainda em duplas, falamos para o outro suas principais qualidades e ouvimos elogios deles também. Foi legal, porque tivemos que falar coisas bonitas para pessoas que tínhamos acabado de conhecer. Nem sempre temos coragem de fazer isso por questões até mesmo sociais. Não dá para sair elogiando uma pessoa que você acabou de conhecer, né? Uma coisa meio Ted Mosby, sei lá. Mas foi uma delícia! Nesse momento, percebemos que o planeta Vênus, que representa a Deusa do Amor, é muito mais sobre amar a si mesma para depois amar os outros que o contrário. Sentimos também que a Wicca é bastante feminina e pode ser bem empoderadora.
Existe algumas versões de como a religião nasceu, mas é certo dizer que a bruxaria é datada do período Neolítico, com fósseis de pinturas rupestres e estátuas representando a Deusa da Fertilidade. É importante ressaltar, contudo, que a Wicca como é conhecida hoje só se “popularizou” nos anos 50, quando a caça às bruxas foi proibida por lei na Inglaterra. Apesar de todo o ritual ser único, as bruxas que nos receberam garantem que sempre tentam cantar músicas animadas, principalmente quando querem mentalizar coisas boas ao redor do fogo. Esse foi o penúltimo momento da noite: todos em círculo, girando no sentido horário, cantando e louvando a Deusa, gritando palavras de paz, de mãos dadas (a mão direita sempre vem em cima da esquerda, é regra), sem soltar.
Participar de um ritual de bruxaria foi algo único, diferente, que fizemos pela primeira vez. Foi tudo e, ao mesmo tempo, foi nada do que estávamos esperando. Conhecer religiões diferentes é importante para que sejamos mais tolerantes e tracemos nosso próprio caminho. Saímos do ritual nos sentido renovadas, leves, felizes com o mundo e com nós mesmas. É claro que isso varia de experiência para experiência. Para nós, ela foi bastante positiva – e olha que a gente só se imaginava sendo bruxonas em Hogwarts!




Bem, era isso pelo momento. Achei bem interessante as informações passadas.
Aqui, em Porto Alegre, quase não se vê ou se fala em Bruxaria. Há alguns anos, essa situação era diferente. Havia até mais lojas esotéricas... mas hoje, parece que as pessoas deixaram de crer nas Bruxas... mas que elas existem, ah! isso sim! Elas existem :)
Até a semana que vem,


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Mais fotos

Olá Bruxedo!!

Verificando as pastas de Bruxaria que tenho em meu computador, encontrei umas fotos que tirei já faz algum tempo.
Então, achei interessante postar.


Eu, segurando a carta da Lua, representada pela Hékate, Deusa e Rainha das Bruxas.
Tarot Mitológico,



Hoje as postagens vão ficar por aqui. Se eu achar algo relevante, postarei novamente.
Desejo a todos uma ótima segunda-feira.
Que a luz da Luz nos ilumine sempre.